Set Maio 2010
Mixagens suspeitas e pitch avacalhado, é só pra dar uma divertida.
Confere aí o que anda me animando. Tomara que goste!
Mixagens suspeitas e pitch avacalhado, é só pra dar uma divertida.
Confere aí o que anda me animando. Tomara que goste!
Meu artigo de conclusão do curso de graduação em tecnólogo em análise em desenvolvimento de sistemas foi publicado na REIC – REVISTA ELETRÔNICA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA – ISSN 1519-8219.
Clique aqui para acessar a página da revista.
Agradeço o empenho do meu professor orientador Guilherme Bertoni Machado (http://www.inf.ufsc.br/~bertoni/) por me incentivar a fazer esta publicação.
Pro pessoal que acordou em 50% das capacidades físicas e psíquicas, aí vai uma sugestão para animar esse início de semana:
Boa playlist para uma manhã sonolenta, vou registrar aqui, pra depois colocar ela em um set para alguma alma baixar.
1. Fenech Soler – Lies The Phantoms Revenge Remix
2. Alex Gopher – Handguns (Dada Life Remix)
3. The Phantom’s Revenge – French Cheese Funk (Tzarr Edit)
4. The Phantom’s Revenge – Mr Fahrenheit
5. The Phantom’s Revenge – 3 minutes with Apollo Creed
6. The Phantom’s Revenge – Saturated Phat Impact
7. Black Strobe – Italian Fireflies (Eskimo Twins Re-Work)
8. Phoenix – Lisztomania (Holy Ghost! Loves Paris Remixomania)
9. Flosstradamus – Big Bills (Jesse Jamz Remix)
10. Pete Lawrie – Black and Blue (Troublemaker Remix)
11. Dilemn – Cosmica (Tom Deluxx Remix)
12. FutureFlashs – Old Skool (Original Version)
13. Vampire Weekend – Ottoman (Redlight Remix)
14. Daft Punk – Technologic (Death To The Throne Remix)
15. Oh Shit! – Tha Illest ft Messinian (Joman Remix)
16. Thomas Bangalter – Colossus The Phantom s Revenge Rework – FutureFlashs Live Re-Edit
17. The Phantom`s Revenge – When Mr. Hyde Killed Dr. Jekyll (FutureFlashs & Dare2Disco Remix)
18. NROTB – Droplet
19. FutureFlashs – Get Down The Funk (Steed Lord Remix)
Em alguns casos quando utilizamos o Wordpress como um gerenciador de conteúdo de um website, precisamos ter páginas apresentando diferentes tipos de conteúdo como por exemplo: página de notícias, eventos, links, etc.
Em sua configuração original os templates do Wordpress não oferecem esta possibilidade de criar páginas de posts de um determinado assunto. Mas é perfeitamente possível quando empregamos um pouco de conhecimento em HTML e PHP.
O raciocínio que utilizarei para dar um exemplo para aplicaçao desta necessidade é o seguinte: criaremos uma página personalizada, e dentro desta página listaremos os posts de uma certa categoria.
A criação de páginas com layout personalizado está disponível dentro do painel de criação de páginas, confira no link abaixo como efetuar esta operação:
Page Templates
http://codex.wordpress.org/Pages
Note que teremos um arquivo específico para cada uma das páginas de nosso site, o que possibilitará listarmos qualquer tipo de conteúdo nela independente do wordpress.
Agora pensando na estrutura de conteúdo do Wordpress, precisamos separar nossos posts de alguma forma, esta forma pode ser tanto através de categorias ou de tags, aconselho a utilização de categorias pois possuem mais recursos de filtragem através das funções nativas do Wordpress. Então, aplicando este planejamento e começando um exemplo de implementação, criaremos alguns posts com a categoria de “Notícias”.
Após cadastrar nossos dados de teste, abriremos o arquivo de nossa nova página personalizada, e listaremos todos os posts da categoria “Notícias”, para obter estes dados podemos contar com as funções nativas de consulta do Wordpress, como a “get_posts()”. Confira clicando aqui a documentação desta função, e abaixo um exemplo de implementação:
Explicando o código acima, a função get_posts() aceita uma série de parâmetros, conforme pode ser visto em sua documentação, que neste exemplo utilizamos os seguintes:
- “category”: define que serão retornados somente os posts da categoria de ID 5
- “orderby”: define por qual dado do post ordenaremos o array de retorno
- “order”: a partir de “orderby” define se a ordem será crescente ou descrescente
- “numberposts”: quantos posts serão buscados, no caso o valor -1 retira a limitação
Após termos o array de post com os filtros desejados, através das iterações do PHP poderemos listar os conteúdos dentro da interface.
Wordpress como gerenciador de conteúdo.
O Wordpress ferramenta originalmente destinada ao gerenciamento de conteúdos de blogs, está atualmente sendo muito utilizado para estruturar websites convencionais.
Algumas características que fazem o sistema uma boa opção para gerenciamento de conteúdo são:
- Estrutura de conteúdo intuitiva.
O conteúdo gerado pelo Wordpress tem uma estrutura baseada em posts e páginas, sendo que os posts ainda contam com uma categorização através de categorias e tags.
- Boa documentação e suporte
Além de possuir um repositório de suporte aos usuários (Codex), por ser uma ferramenta livre e de grande adesão, facilmente podemos encontrar diversos locais de ajuda na internet a respeito de suas funcionalidades e possibilidades de uso.
- Plugins
A instalação de plugins adicionam funcionalidades extras à ferramenta, como calendários de eventos, formulários de contato, galerias de foto, etc. No próprio Codex podemos achar a listagem completa de plugins.
- Não exige um conhecimento avançado de linguagens de programação e modelagem de banco de dados.
Normalmente para criação de um sistema de gerenciamento de conteúdo, é necessário que o desenvolvedor faça uma modelagem de dados de acordo com os requisitos do website, e crie uma estrutura de programaçao para gestão de dados utilizando alguma linguagem, como PHP por exemplo.
Para criação de websites simples não é exigido um conhecimento sólido em PHP (linguagem de programação utilizada pelo Wordpress) nem em banco de dados, e sim no uso do painel de controle e estrutura de conteúdo do Wordpress. Claro que para soluções mais complexas e para explorar todo potencial da ferramenta é interessante que o desenvolvedor domine o PHP e Mysql.
- Uso de Permalinks
O Wordpress utiliza permalinks, ou links permanentes, que são endereços legíveis para todos os conteúdos do site, por exemplo se criarmos um post com o título “Olá mundo!”, o permalink provavelmente será http://www.seusite.com.br/ola-mundo/, provavelmente porque você ainda tem a possibilidade de alterar este permalink para qualquer nome desejado.
Além disso permalinks ajudam muito na legibilidade dos conteúdos por ferramentas de busca como o Google. Facilitando a indexação do site na internet.
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Obs.: Este post ainda está em construção, em breve atualizarei com mais informações a respsito dos cuidados no momento de optar por utilizar o Wordpress como gerenciador de conteúdo de um website convencional.
A utilização de Web Services para integração de sistemas é muito adequada, pois permite uma representação detalhada da estrutura de dados a ser transferida através do protocolo SOAP, e também de sua descrição a outros dispositivos, utilizando WSDL.
E a grande vantagem de dispor de um WSDL é permitir a implementação de automações para tráfego das informações, pois ele descreve minuciosamente toda a operação necessária para troca de mensagens entre duas máquinas, favorecendo a criação de gateways de clientes de serviços, por exemplo, e demais outras soluções que possam aproveitar esta descrição detalhada do Web Service.
Web services têm distribuição baseada em uma tecnologia bem difundida atualmente, o XML, o que garante alta compatibilidade com diversos dispositivos computacionais e linguagens de programação.
Quando precisamos trafegar via SOAP tipos de dados que não sejam tipos primitivos das linguagens de programação como: inteiro, string, double, eles precisam ser explícitos no corpo do WSDL. Tipos de dados não primitivos, normalmente são dados que são uma coleção (Array) ou que compõem uma, como por exemplo, os tipos “AreaNegocio” e “ColecaoAreaNegocio” visualizados na Figura 1, mais especificamente nos nodos “<xsd:complexType name=”AreaNegocio”>” e “<xsd:complexType name=”ColecaoAreaNegocio”>”. Pode-se observar na leitura simples do XML que o tipo “AreaNegocio” é composto de 4 elementos “AreaNegocioID”, “Nome”, “DescricaoResumida” e “Exclui”, respectivamente. E o tipo de dado “ColecaoAreaNegocio” é uma coleção de dados “AreaNegócio”, previamente declarado. Além do tipo primitivo de cada elemento, pode-se definir outras propriedades que podem ser úteis para a integração, neste caso foi declarado o tamanho de cada elemento de “AreaNegocio” com a propriedade “size”.

Figura 1 - Exemplo da utilização e complex types dentro de um WSDL
De acordo com a W3C, WSDL é um formato XML para descrever Web Services como um conjunto de canais de comunicação operando sob mensagens contendo qualquer tipo de informação estruturada. As operações e mensagens são descritas de uma maneira abstrata, e depois vinculadas a um protocolo de rede e formato para assim definirem o funcionamento de um canal de comunicação.
Em outras palavras o WSDL é um protocolo que define as entradas, saídas e funcionalidades de um Web Service, através dele saberemos como acessar os métodos ou procedimentos do sistema que está disponibilizando o serviço, assim como que tipo de dados receberemos do mesmo.
Para saber mais acesse:
http://www.w3.org/TR/wsdl