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Artigo publicado REIC

6 de abril de 2010 in Tecnologia | Comentários (0)

Meu artigo de conclusão do curso de graduação em tecnólogo em análise em desenvolvimento de sistemas foi publicado na REIC – REVISTA ELETRÔNICA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA – ISSN 1519-8219.

Clique aqui para acessar a página da revista.

Agradeço o empenho do meu professor orientador Guilherme Bertoni Machado (http://www.inf.ufsc.br/~bertoni/) por me incentivar a fazer esta publicação.


Páginas com conteúdo dinâmico no Wordpress

19 de novembro de 2009 in Tecnologia | Comentários (1)

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Em alguns casos quando utilizamos o Wordpress como um gerenciador de conteúdo de um website, precisamos ter páginas apresentando diferentes tipos de conteúdo como por exemplo: página de notícias, eventos, links, etc.

Em sua configuração original os templates do Wordpress não oferecem esta possibilidade de criar páginas de posts de um determinado assunto. Mas é perfeitamente possível quando empregamos um pouco de conhecimento em HTML e PHP.

O raciocínio que utilizarei para dar um exemplo para aplicaçao desta necessidade é o seguinte: criaremos uma página personalizada, e dentro desta página listaremos os posts de uma certa categoria.

A criação de páginas com layout personalizado está disponível dentro do painel de criação de páginas, confira no link abaixo como efetuar esta operação:

Page Templates
http://codex.wordpress.org/Pages

Note que teremos um arquivo específico para cada uma das páginas de nosso site, o que possibilitará listarmos qualquer tipo de conteúdo nela independente do wordpress.

Agora pensando na estrutura de conteúdo do Wordpress, precisamos separar nossos posts de alguma forma, esta forma pode ser tanto através de categorias ou de tags, aconselho a utilização de categorias pois possuem mais recursos de filtragem através das funções nativas do Wordpress. Então, aplicando este planejamento e começando um exemplo de implementação, criaremos alguns posts com a categoria de “Notícias”.

Após cadastrar nossos dados de teste, abriremos o arquivo de nossa nova página personalizada, e listaremos todos os posts da categoria “Notícias”, para obter estes dados podemos contar com as funções nativas de consulta do Wordpress, como a “get_posts()”. Confira clicando aqui a documentação desta função, e abaixo um exemplo de implementação:

$parametros = array(
‘category’ => 5,
‘orderby’ => ‘date’,
‘order’ => ‘DESC’,
‘numberposts’ => ‘-1′
);
$arrayPosts = get_posts($parametros);

Explicando o código acima, a função get_posts() aceita uma série de parâmetros, conforme pode ser visto em sua documentação, que neste exemplo utilizamos os seguintes:

- “category”:  define que serão retornados somente os posts da categoria de ID 5
- “orderby”:  define por qual dado do post ordenaremos o array de retorno
- “order”:  a partir de “orderby” define se a ordem será crescente ou descrescente
- “numberposts”:  quantos posts serão buscados, no caso o valor -1 retira a limitação

Após termos o array de post com os filtros desejados, através das iterações do PHP poderemos listar os conteúdos dentro da interface.


Wordpress como gerenciador de conteúdo

18 de novembro de 2009 in Tecnologia | Comentários (2)

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Wordpress como gerenciador de conteúdo.

O Wordpress ferramenta originalmente destinada ao gerenciamento de conteúdos de blogs, está atualmente sendo muito utilizado para estruturar websites convencionais.

Algumas características que fazem o sistema uma boa opção para gerenciamento de conteúdo são:

- Estrutura de conteúdo intuitiva.
O conteúdo gerado pelo Wordpress tem uma estrutura baseada em posts e páginas, sendo que os posts ainda contam com uma categorização através de categorias e tags.

- Boa documentação e suporte
Além de possuir um repositório de suporte aos usuários (Codex), por ser uma ferramenta livre e de grande adesão, facilmente podemos encontrar diversos locais de ajuda na internet a respeito de suas funcionalidades e possibilidades de uso.

- Plugins
A instalação de plugins adicionam funcionalidades extras à ferramenta, como calendários de eventos, formulários de contato, galerias de foto, etc. No próprio Codex podemos achar a listagem completa de plugins.

- Não exige um conhecimento avançado de linguagens de programação e modelagem de banco de dados.
Normalmente para criação de um sistema de gerenciamento de conteúdo, é necessário que o desenvolvedor faça uma modelagem de dados de acordo com os requisitos do website, e crie uma estrutura de programaçao para gestão de dados utilizando alguma linguagem, como PHP por exemplo.

Para criação de websites simples não é exigido um conhecimento sólido em PHP (linguagem de programação utilizada pelo Wordpress) nem em banco de dados, e sim no uso do painel de controle e estrutura de conteúdo do Wordpress. Claro que para soluções mais complexas e para explorar todo potencial da ferramenta é interessante que o desenvolvedor domine o PHP e Mysql.

- Uso de Permalinks
O Wordpress utiliza permalinks, ou links permanentes, que são endereços legíveis para todos os conteúdos do site, por exemplo se criarmos um post com o título “Olá mundo!”, o permalink provavelmente será http://www.seusite.com.br/ola-mundo/, provavelmente porque você ainda tem a possibilidade de alterar este permalink para qualquer nome desejado.

Além disso permalinks ajudam muito na legibilidade dos conteúdos por ferramentas de busca como o Google. Facilitando a indexação do site na internet.

Obs.: Este post ainda está em construção, em breve atualizarei com mais informações a respsito dos cuidados no momento de optar por utilizar o Wordpress como gerenciador de conteúdo de um website convencional.


Conclusões sobre a utilização de webservices e WSDL

6 de novembro de 2009 in Tecnologia | Comentários (0)

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A utilização de Web Services para integração de sistemas é muito adequada, pois permite uma representação detalhada da estrutura de dados a ser transferida através do protocolo SOAP, e também de sua descrição a outros dispositivos, utilizando WSDL.

E a grande vantagem de dispor de um WSDL é permitir a implementação de automações para tráfego das informações, pois ele descreve minuciosamente toda a operação necessária para troca de mensagens entre duas máquinas, favorecendo a criação de gateways de clientes de serviços, por exemplo, e demais outras soluções que possam aproveitar esta descrição detalhada do Web Service.

Web services têm distribuição baseada em uma tecnologia bem difundida atualmente, o XML, o que garante alta compatibilidade com diversos dispositivos computacionais e linguagens de programação.


Complex Types no WSDL

in Tecnologia | Comentários (0)

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Quando precisamos trafegar via SOAP tipos de dados que não sejam tipos primitivos das linguagens de programação como: inteiro, string, double, eles precisam ser explícitos no corpo do WSDL. Tipos de dados não primitivos, normalmente são dados que são uma coleção (Array) ou que compõem uma, como por exemplo, os tipos “AreaNegocio” e “ColecaoAreaNegocio” visualizados na Figura 1, mais especificamente nos nodos “<xsd:complexType name=”AreaNegocio”>” e “<xsd:complexType name=”ColecaoAreaNegocio”>”. Pode-se observar na leitura simples do XML que o tipo “AreaNegocio” é composto de 4 elementos “AreaNegocioID”, “Nome”, “DescricaoResumida” e “Exclui”, respectivamente. E o tipo de dado “ColecaoAreaNegocio” é uma coleção de dados “AreaNegócio”, previamente declarado. Além do tipo primitivo de cada elemento, pode-se definir outras propriedades que podem ser úteis para a integração, neste caso foi declarado o tamanho de cada elemento de “AreaNegocio” com a propriedade “size”.

Figura 1 - Exemplo da utilização e complex types dentro de um WSDL

Figura 1 - Exemplo da utilização e complex types dentro de um WSDL


WSDL

4 de novembro de 2009 in Tecnologia | Comentários (0)

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De acordo com a W3C, WSDL é um formato XML para descrever Web Services como um conjunto de canais de comunicação operando sob mensagens contendo qualquer tipo de informação estruturada. As operações e mensagens são descritas de uma maneira abstrata, e depois vinculadas a um protocolo de rede e formato para assim definirem o funcionamento de um canal de comunicação.

Em outras palavras o WSDL é um protocolo que define as entradas, saídas e funcionalidades de um Web Service, através dele saberemos como acessar os métodos ou procedimentos do sistema que está disponibilizando o serviço, assim como que tipo de dados receberemos do mesmo.

Para saber mais acesse:
http://www.w3.org/TR/wsdl


SOAP

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SOAP é um protocolo destinado à troca de informações em um ambiente distribuído e descentralizado. Usa o XML para definir um framework que disponibiliza maneiras de construção de mensagens que possam trafegar através de diversos protocolos, e foi desenvolvido para funcionar independente de qualquer modelo de programação ou implementação específica (W3CSOAP, 2008).

O modelo atualmente utilizado para comunicação entre aplicações de diferentes arquiteturas utiliza RPC (Remote procedure call), ou seja, uma tecnologia que permite um software executar rotinas ou procedimentos em outro equipamento ligado a mesma rede através de protocolos do tipo DCOM e CORBA por exemplo.

Em um ambiente WEB este tipo de protocolo representa um problema de compatibilidade e segurança, firewalls e servidores de proxy normalmente bloqueiam este tipo de tráfego (RFC5531, 2009).

SOAP não possui este impeditivo, pois é baseado em uma estrutura de dados que trafega sobre HTTP (Hypertext Transfer Protocol), o que proporciona ao protocolo alta disponibilidade e compatibilidade, uma vez que o HTTP é suportado por todos os browsers e servidores Web, e está cada vez mais presente em uma infinidade de dispositivos HTTP, de acordo com a RFC2616 (2009). É um protocolo de nível de aplicação que é utilizado para distribuição de hypermídia por sistemas de informação. É usado desde 1990 pela rede mundial de computadores (Internet).


Web Services

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De acordo com a W3C, Web Service é um sistema desenvolvido para permitir a interoperabilidade entre máquinas em uma rede computacional. Possui uma interface descrita em um formato legível por uma máquina (mais especificamente, WSDL). Outros sistemas podem interagir com o Web Service através desta descrição usando mensagens SOAP, normalmente transportadas pelo protocolo HTTP com os dados serializados no formato XML (Extensible Markup Language) e em conjunto com outros padrões web relacionados.

Web Services pode ser utilizado para realizar a comunicação entre sistemas que operam em diferentes plataformas e desenvolvidos em linguagens distintas, ou seja, através de Web Services é possível integrar sistemas utilizando protocolos de dados largamente empregados no mercado, usando infra-estruturas de comunicação bem difundidas e com custo baixo de manutenção.

Pode-se abstrair o conceito de Web Services para o mundo não digital, o comparando ao processo de compra de matéria prima por uma fábrica, por exemplo. A fábrica tem um papel específico, fabricar o produto, porém necessita de alguns insumos para realizar esta tarefa, para isso possui um canal de comunicação com seu fornecedor de matéria prima, que por sua vez tem domínio do processo de aquisição da matéria prima, conservação e distribuição da mesma. A fábrica solicita o tipo, quantidade e orçamento através de um protocolo para o fornecedor, que por sua vez retorna o valor total da compra e as formas de pagamento em resposta ao mesmo protocolo, assim, a empresa decide a forma mais adequada de pagamento e fornece o pagamento, recebendo como retorno a quantidade e qualidade especificada da matéria prima.

Estruturalmente é um serviço disponibilizado na internet, com entradas e saídas de dados descritas através de WSDL (Web Service Definition Language), com seu acesso feito através do protocolo SOAP (Simple Object Access Protocol) todos utilizando a estrutura XML para organização das informações e também intercâmbio de dados. Pode-se ainda registrar este serviço em algum local centralizado através do protocolo UDDI (Universal Description Discovery & Integration), que de acordo com OASIS (2008), fornece uma infra-estrutura que permite fixar definições de descrição (describing), descoberta (discovering) e integração de serviços Web.

Para saber mais acesse:
http://www.w3.org/2002/ws/